Oct 26 de 2021

Tecnologias de hidrogênio podem ter terreno fértil no Brasil, diz ministro de Minas e Energia

13/10/2021

O ministro disse que, até 2030, a capacidade instalada de geração deverá expandir em cerca de 50 GW, enquanto o sistema brasileiro de transmissão deverá ter adição de 40 mil quilômetros de linhas


O ministro disse que, até 2030, a capacidade instalada de geração deverá expandir em cerca de 50 GW, enquanto o sistema brasileiro de transmissão deverá ter adição de 40 mil quilômetros de linhas.


O governo brasileiro está empenhado em desenvolver novas tecnologias que vão ao encontro do processo mundial de transição energética, ressaltou há pouco o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em participação no evento Russian Energy Week 2021.

Segundo ele, o Brasil pode ser um terreno fértil para o hidrogênio, principalmente de origem “verde”, tendo em vista a grande disponibilidade de recursos no país para geração renovável de energia.

Empresa de Pesquisa Energética está finalizando estudos sobre expansão da transmissão.

“Acabamos de aprovar as diretrizes para um programa nacional de hidrogênio, que tem por objetivo consolidar uma indústria e um mercado para o hidrogênio no país. O setor privado e alguns parceiros internacionais já têm sido ativos, mas para escalarmos o trabalho, precisamos de um leque de soluções, como o hidrogênio azul proveniente do gás natural, com captura de carbono”, disse Albuquerque.

O ministro afirmou ainda que, até 2030, a capacidade instalada de geração deverá expandir em cerca de 50 GW, enquanto o sistema brasileiro de transmissão deverá ter a adição de mais 40 mil quilômetros de linhas.

Sobre energia nuclear, natural reiterou a meta de construção de até 10 GW em novas usinas nucleares nos próximos 30 anos. Ele comentou sobre a usina de Angra 3, que deverá estar operacional em 2026, e disse ver oportunidades de expansão de geração via pequenos reatores.

Recentemente, a Eletronuclear assinou um memorando de entendimentos com a Rosatom, corporação estatal de energia atômica da Rússia. O memorando prevê a troca de informações e o desenvolvimento de uma cooperação em diversas áreas, como construção e manutenção de usinas nucleares de grande e pequena potência no Brasil, extensão da vida útil de usinas, soluções nas etapas iniciais e finais do ciclo de combustível nuclear e o tratamento de combustível usado.

Fonte e Imagem: Valor Econômico





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